sexta-feira, 29 de junho de 2012

Taxa de juros do consignado recua entre abril e maio deste ano, revela BC


A taxa de juros cobrada pelos bancos nos empréstimos consignados mostrou redução entre abril e maio deste ano, ao passar de 1,94% no quarto mês do ano para 1,86% em maio deste ano.
Segundo a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada pelo Banco Central nesta terça-feira (26), em maio deste ano, o volume total de crédito consignado alcançou R$ 172,337 bilhões, o que representa um avanço de 17,6% frente a maio de 2011 e de 2,2% frente ao mês anterior.
Quanto à participação do consignado no total de crédito pessoal, ela ficou em 58,7% em maio deste ano, praticamente a mesma observada em abril deste ano.
Taxas mais atrativasOs empréstimos consignados são aqueles cujas parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento dos tomadores. Por isso, o risco de inadimplência é menor, o que permite a cobrança de juros mais baixos em relação às demais taxas praticadas no mercado nas linhas de crédito pessoal tradicionais.
Essa afirmação fica evidente, ao analisarmos os dados da tabela abaixo, onde está a comparação da taxa de juros mensal cobrada nas operações de crédito consignado com as outras operações de crédito pessoal: 
Taxa de juros
(% ao mês)
Maio / 2011Abril / 12Maio / 12
Consignado2,081,941,86
Crédito pessoal (outros)3,423,132,93

Consumidor trocou cheque especial por consignado em maio, diz BC


Os dados dos novos empréstimos realizados em maio mostram que o consumidor está migrando de modalidades de financiamento com juros mais elevados para categorias com taxas menores, afirmou nesta terça-feira (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, na divulgação de relatório sobre crédito no país em maio.
Em média, os empréstimos do cheque especial (taxa de juros média de 169,5% ao ano) caíram de R$ 1,3 bilhão por dia em abril para R$ 1,2 bilhão por dia no mês passado.
Já os empréstimos do crédito pessoal (taxa de juros média de 41,4% ao ano) cresceram de R$ 804 milhões por dia para R$ 843 milhões, com destaque para o crédito consignado em folha de pagamento.
"Maio foi um mês em que o custo do crédito esteve mais em evidência, o noticiário abordou bastante o tema", disse Maciel. "Os dados sugerem que esse cenário estimulou o consumidor a trocar o crédito mais caro pelo de menor custo, renegociando seus débitos".
INADIMPLÊNCIA
A inadimplência dos consumidores voltou a subir em maio. Os dados do BC mostram que 8% dos empréstimos a pessoas físicas apresentam atraso no pagamento superior a 90 dias, acima dos 7,8% registrados em abril. No caso da inadimplência das empresas, o percentual se manteve em 4,1% no mês passado.
A inadimplência geral (pessoa física e pessoa jurídica) foi de 6% em maio --a maior da história (da série iniciada em junho de 2000). Já a inadimplência a pessoa física é a maior desde maio de 2009.
Os calotes cresceram na categoria financiamento de veículos (de 5,9% para 6,1%), cheque especial (de 10,1% para 11,3%), crédito pessoal (de 5,6% para 5,7%) e aquisição de bens (de 13,5% para 13,9%).
Apesar desse cenário de alta do calote, as taxas de juros cobradas do consumidor continuaram em queda. A taxa média para pessoas físicas no mês passado caiu de 41,8% ao ano para 38,8% ao ano. No caso dos financiamentos para pessoas jurídicas, a queda foi de 26,3% para 25%.
"[A inadimplência] manteve-se no patamar mais elevado da nossa série, influenciado pela inadimplência de pessoa física, em particular veículos. Isso acontece por conta do segundo semestre de 2010. Tivemos naquele período expansão bastante pronunciada, prazo médio dessas operações era de em média quatro anos, e isso ainda repercute na carteira de crédito", ressaltou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.
O BC informou ainda que o spread bancário-- que é a diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e a taxa cobrada dos consumidores-- atingiu 24,7 pontos percentuais em maio, ante 26,3 pontos no mês anterior.
Os bancos públicos tiveram sua participação elevada no total de crédito em 0,4 p.p. no mês, atingindo 44,6%. Já a participação das instituições privadas nacionais e estrangeiras recuou 0,2%, situando-se em 38,4% e 17%, respectivamente.
O volume de crédito (por meio de empréstimos e financiamentos) no mês de maio foi de R$ 767 bilhões, com avanço de 1,7%. Segundo relatório do BC, a relação do crédito com o PIB alcançou 50,1%, ante 49,6% em abril último e 45,7% em maio do ano anterior.
"O mercado de crédito em maio evoluiu de forma favorável, em ritmo mais acentuado do que no início do ano. Observamos uma retomada gradual do crédito depois de período de arrefecimento." Para Maciel, o custo do crédito tem influência nessa dinâmica. "Em maio essa queda foi pronunciada. Não víamos quedas mensais dessa ordem desde 2003. Atingimos neste mês o piso das nossas taxas históricas."

Fonte: O Documento

Consignado se destaca na hora de troca do crédito bancário, mostra BC


Volume do crédito consignado sobe 30% em maio, a maior expansão de PF. Juro desta linha de crédito é um dos menores do mercado brasileiro.


As novas concessões do crédito consignado, ou seja, da linha de financiamento com desconto na folha de pagamentos, cresceram 30,8% em maio deste ano, informou nesta terça-feira (26) o Banco Central.
No mês passado, o volume total deste crédito somou R$ 172 bilhões. Em doze meses até maio, o crescimento do crédito foi maior ainda: 44,2%.
Os dados do Banco Centram mostram que os clientes bancários estão trocando linhas mais caras por outras com juros menores, uma vez que o crédito consignado é uma das linhas mais baratas no Brasil para as pessoas físicas.
Os juros médios destas operações somam 24,7% ao ano, contra 41,4% da linha de "crédito pessoal" e 169,5% ao ano no caso do cheque especial. O valor dos juros do crédito com desconto em folha só não ficou menor do que a linha para compra de veículos por pessoas físicas (23,4% ao ano em maio).
Maior expansão
Segundo o BC, a expansão do crédito com desconto em folha, no mês de maio, foi a maior de todas as operações bancárias com pessoas físicas. As concessões do cheque especial subiram 2,7% no mês passado, enquanto que as do crédito pessoal avançarou 15,3% e as concesssões do financiamento imobiliário cresceram 24,6%. O crédito para aquisição de veículos, por sua vez, subiu 13% em maio.
Fonte: Globo.com

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dilma assina MP que reajusta salário de servidores federais



A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória, publicada nesta segunda-feira (14) no "Diário Oficial da União", que prevê a criação de gratificações, mudanças em planos de cargos e reajuste nos salários de servidores públicos. As medidas beneficiarão quase 1 milhão de funcionários, segundo o governo. 

De acordo com o Ministério do Planejamento, a medida tem um impacto financeiro de R$ 1,5 bilhão nas contas públicas, montante já previsto no Orçamento de 2012 aprovado no Congresso e sancionado pela presidente Dilma . 

A MP 568/2012 autoriza alguns benefícios de imediato. No caso dos professores de instituições federais, os reajustes serão retroativos ao mês de março. No caso das gratificações, o benefício será concedido a partir de 1º de julho de 2012. A medida entra em vigor já nesta segunda, mas ainda precisa ser votada no Congresso no prazo de 90 dias. Uma comissão de parlamentares será criada para analisar o texto. 

Além dos professores, também serão beneficiados com reajustes servidores da administração direta e médicos. Funcionários de cerca de 20 órgãos também ganharão gratificações. 

Segundo o Planejamento, a medida visa "assegurar o pagamento de acordos finalizados com os servidores federais no ano passado". O ministério diz que a MP beneficia 937.675 servidores entre ativos, aposentados e pensionistas. Ainda conforme o Ministério do Planejamento, a MP substitui um projeto de lei eviado pelo Executivo ao Congresso em agosto do ano passado que trata sobre a reestruturação de cargos e tabelas remuneratórias. Os professores, por exemplo, receberão reajuste reatroativo ao mês de março porque, segundo o ministério, era o mês definido para a concessão do aumento. 

Gratificações e adicionais 
Entre os órgaos para os quais foi criado o instrumento da gratificação estão o Instituto Nacional de Metrorologia (Inmet), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs). 

Outros órgãos, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Fundação Instituto de Pesqisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) terão mudanças nos cargos ou nas aposentadorias e pensões. 

Também há previsão de reajuste nos adicionais de insalubridade e periculosidade dos servidores federais. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Aumento salarial p/ Prof. e Srev. Estaduais do RJ

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou, nesta terça-feira, o Projeto de Lei 1.423/2012, que antecipa para o salário relativo a maio a incorporação das duas últimas parcelas da gratificação do programa Nova Escola para cerca de 130 mil professores estaduais. Assim, o magistério terá um reajuste de 14,11%. O texto final aprovado também concede um reajuste de 4,5% para outros 42 mil servidores, incluindo o quadro de apoio da Secretaria de Educação, a Faetec, o Degase, as fundações Leão XIII, Santa Cabrini e para Infância e Adolescência (FIA) e a administração educacional da Secretaria de Cultura. 


As melhorias salariais entram em vigor no salário relativo a maio, que é pago no início de junho para os servidores ativos e os inativos, e no fim do próximo mês para as pensionistas. Nove das 30 emendas apresentadas pelos deputados na semana passada foram aprovadas ontem. Entre as que ficaram de fora, está a que previa um aumento de 36% para todos os servidores da Educação e era defendida pelos sindicatos. 


Na justificativa do projeto, o governador Sérgio Cabral afirmou que a incorporação antecipada do Nova Escola terá um impacto nos cofres públicos de R$ 383,7 milhões este ano e R$ 327,2 milhões, em 2013. 


Fonte: EXTRA 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Redução de juros da Caixa e BB beneficia 'poucos', diz ProTeste


A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste) encaminha ao governo na segunda-feira documento em que mostra que a redução de juros anunciada pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil beneficia "poucos" e não está disponível para a maioria dos consumidores, informa reportagem de Claudia Rolli publicada na edição deste sábado da Folha.

íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Em visita a agências dos dois bancos em São Paulo e no Rio, pesquisadores constataram que as taxas menores só podem ser conseguidas se os consumidores forem correntistas, além de estarem sujeitos à análise de crédito.

"O fato é que consumidor não consegue se beneficiar do corte de taxas das principais linhas de crédito nos patamares anunciados, como mostram propagandas. É preciso ter cautela antes de sair trocando de banco", afirma a advogada Maria Inês Dolci, coordenadora da ProTeste e colunista da Folha.

O documento será entregue ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, à Casa Civil e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Para verificar se os juros anunciados estavam em prática, os pesquisadores simularam algumas situações.

OUTRO LADO
Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil informam que a redução de juros vale para "todos os clientes" e que a maior redução é válida para quem tem conta-salário.

Em tabelas enviadas à reportagem, a Caixa mostra que alterou todas as taxas na concessão de crédito para clientes com ou sem salário no banco e que a redução chegou a até 49%.
Segundo o Banco do Brasil, a redução de juros beneficia 44 milhões com salários no banco, que podem aderir aos novos pacotes, além de 24,7 milhões de beneficiários do INSS e outros 55 milhões de clientes pessoas físicas.

"Em relação a divergências no atendimento, o BB relaciona as ocorrências apontadas [pela ProTeste] como decorrentes da recente implantação do programa e do aumento do movimento de clientes em nossas agências registrado nos últimos dias", diz. Segundo o banco, não é preciso ter conta há três meses para obter crédito.

FONTE: FOLHA.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Servidores da educação de MG recebem aumento

Os servidores da educação de Minas Gerais podem consultar, a partir desta quinta-feira (26), um documento com informações sobre a posição ocupada por eles no modelo unificado de remuneração adotado pelo governo do estado, que entra em vigor neste ano. Com isso, é possível verificar o valor previsto para o contracheque de fevereiro e as projeções até 2015, uma vez que o pagamento será feito de forma escalonada, com a primeira parcela paga em janeiro de 2012. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação, cerca de 60% dos professores vão receber um aumento superior a 50% em relação ao salário de dezembro de 2010. Por meio da política remuneratória, vão ser concedidos aos profissionais reajustes anuais, sendo o primeiro definido para abril.

Para consultar o novo modelo acesse o portal do servidor. No site, é possível verificar todas as informações sobre o reajuste e os critérios de posicionamento dos profissionais. A resposta para as principais dúvidas e um vídeo explicativo.

Fonte: Globo Minas

Policiais e bombeiros do Rio terão aumento

Policiais civis, militares, bombeiros e inspetores de administração penitenciária do Estado do Rio terão um reajuste salarial de 38,81% entre 2012 e 2013. O reajuste é, na verdade, a antecipação dos aumentos que o estado concederia mês a mês para essas categorias. O governador Sérgio Cabral informou, nesta sexta-feira, que um projeto de lei mudando os salários será enviada à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em 1º de fevereiro, quando os deputados retornam ao trabalho. Serão beneficiadas 119.673 pessoas, entre servidores ativos, inativos e pensionistas. O anúncio do reajuste acontece dois dias antes da passeata que está sendo organizada por policiais e bombeiros na Praia de Copacabana. As categorias aprovaram um indicativo de greve a partir de 10 de fevereiro se o governo não abrisse as negociações.

Pelo projeto que será enviado à Alerj, bombeiros, policiais e inspetores terão, no salário relativo a fevereiro, que será depositado em março, um aumento de 10,15%. O percentual equivale aos aumentos que, inicialmente, seriam repassados entre fevereiro e dezembro deste ano.

FONTE: EXTRA

Muda desconto previdenciário

Servidores federais devem ficar atentos e observar o contracheque do próximo mês.

Rio - Servidores federais devem ficar atentos e observar o contracheque do próximo mês, para verificar se o governo está cumprindo as regras previstas na Medida Provisória 556/11, que foi publicada em 26 de dezembro de 2011. O texto determina que não devem mais ser feitos descontos previdenciários sobre verbas como férias, adicional noturno, assistência à saúde suplementar, entre outros.

De acordo com a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), servidores costumam procurar a Justiça para reclamar que o desconto sobre esses itens era ilegal. Após sucessivos entendimentos favoráveis em ações, o governo decidiu formalizar a questão na medida provisória.

A confederação destaca ainda que os servidores que decidirem reaver os valores descontados indevidamente terão que acionar a Justiça Federal. Outra possibilidade é ingressar com ações coletivas para resgatar os valores descontados desde junho de 2004, quando foi publicada a Lei 10.887. A entidade também orienta que qualquer tipo de novo desconto indevido deve ser repassado às assessorias jurídicas de sua base, para que seja feita uma avaliação técnica para verificar como recorrer de forma correta à Justiça.

Outra dica para quem deseja ingressar com ação é reunir todos os contracheques do período em que o governo federal efetuou os descontos previdenciários sobre as verbas descritas. O servidor terá que comprovar as possíveis irregularidades.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!

Crédito mais barato e aumento do consumo

Reduzir o custo do crédito para o consumidor e aumentar o consumo estão entre as missões do governo em 2012, segundo revela o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

De acordo com ele, conforme publicado pela Agência Brasil, embora a taxa real de juros, que desconta a inflação, esteja abaixo de 4,5% ao ano, o custo financeiro do crédito ainda é alto para a população.

“Em relação ao crédito, o que temos a reclamar é o custo financeiro elevado. Então, é uma missão, para o próximo ano, reduzir o custo do crédito. Quando baixarem as taxas, o consumo irá crescer mais, com prestações menores, e permitirá à população a aquisição de novos bens”, destacou.

Crise
No que diz respeito à crise internacional, o ministro acredita que a situação global pode se agravar com maiores consequências para o país.

Contudo, ressalta, a população não deve se preocupar, já que o governo adotará as medidas necessárias para enfrentar os reflexos da crise, garantindo que a “condição do brasileiro só vai melhorar".

Além disso, explica, o cenário econômico atual favorece o crédito e os juros, pois, com um crescimento menor no mundo e a redução de pressões inflacionárias, será possível praticar taxas reduzidas no mercado financeiro.

“Na crise, os juros costumam ser menores. Essa é a tendência e favorece a queda dos juros”.

FONTE: INFOMONEY

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fim da exclusividade do empréstimo consignado

Conforme determinação da Justiça, o Banco do Brasil está obrigado a suspender a assinatura de novos contratos de exclusividade. O Tribunal Regional Federal (TRF) da Primeira Região negou liminar da instituição que tentava revogar a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Também terá que suspender os contratos em vigor e informar que os servidores poderão fazer a portabilidade dos contratos para outras instituições financeiras.

No início do mês, o conselho já havia negado recurso ao banco e determinou que todas as medidas anunciadas em agosto envolvendo práticas anticompetitivas da instituição deveriam ser aplicadas. A decisão entrou em vigor após publicação no Diário Oficial da União (DOU). O órgão exigiu uma medida cautelar pedindo a suspensão de contratos assinados desde 2006.

O Banco do Brasil deverá publicar a decisão em dois jornais de circulação nacional. Caso não cumpra todas as determinações acima, terá que pagar multa diária de R$ 1 milhão. A decisão do Cade, dessa forma, beneficia a liberdade de escolha do consumidor, além de estimular a concorrência entre as instituições financeiras que oferecem operações de crédito consignado.

O Banco do Brasil informou que continuará a tomar medidas judiciais cabíveis para defender seus direitos.

Entramos em contato com a Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Federal, que disse não haver recebido esta determinação, e portanto não sabem informar quais os procedimentos a serem seguidos pelos servidores públicos para obter empréstimos em outras instituições.

Fonte: MIDA MAX

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Taxas de juros continuam em queda

A Pesquisa de Juros da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças Administração e Contabilidade) apurou que as taxas das operações de crédito voltaram a ser reduzidas em outubro. É a terceira redução consecutiva e podem ser atribuídas a quatro fatores, segundo o coordenador do estudo e vice presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

“O bom momento que passa a economia brasileira, mesmo com a pequena redução da atividade econômica; a maior oferta de crédito, mesmo considerando uma redução no ritmo dos empréstimos, que cresceu 2,3% de agosto/2011 para setembro/2011, 15,7% no ano e 21,9% em doze meses e atinge hoje 48,4% do PIB, sendo este o maior volume já atingido no crédito; a maior competição no sistema financeiro; e à queda da taxa básica de juros Selic promovida pelo Banco Central em 19/10/2011”.

Miguel de Oliveira destaca que esta redução das taxas de juros ocorreu mesmo após todas as medidas restritivas implementadas pelo Banco Central para reduzir a demanda interna e combater a inflação tais como, elevação dos depósitos compulsórios em dezembro/2010, majoração do requerimento de capital para operação de crédito a pessoas físicas com prazos superiores a 24 meses (fator de ponderação de risco); aumento de exigência de capital maior das instituições financeiras nas operações de crédito consignado feitas através do cartão de crédito com prazos superiores a 36 meses, elevação da taxa básica de juros Selic em janeiro/2011, março/2011, abril/2011, junho/2011 e julho/2011 (1,75 ponto percentual no total), elevações das alíquotas de IOF para captações externas, operações de crédito de 1,5% ao ano para 3,00% ao ano e para compras com cartão de crédito no exterior, além da elevação do percentual mínimo de liquidação da fatura do cartão de crédito definida em 15% da fatura mensal.



Pessoa Física

Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma se manteve estável (cartão de crédito rotativo) e as demais foram reduzidas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,09 ponto percentual no mês (2,19 pontos percentuais no ano) correspondente a uma redução de 1,35% no mês (1,86% em doze meses) passando a mesma de 6,69% ao mês (117,51% ao ano) em setembro/2011 para 6,60% ao mês (115,32% ao ano) em outubro/2011 sendo esta a menor taxa de juros da série histórica.



Pessoa Jurídica

Das três linhas de crédito pesquisadas todas foram reduzidas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 0,08 ponto percentual no mês (1,47 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma redução de 2,02% no mês (2,47% em doze meses) passando a mesma de 3,97% ao mês (59,55% ao ano) em setembro/2011 para 3,89% ao mês (58,08% ao ano) em outubro/2011 sendo esta a menor taxa de juros média desde fevereiro/2011.



Taxa de juros x Selic

Considerando todas as elevações e reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde dezembro/2010, tivemos neste período (dezembro/2010 a outubro/2011) uma elevação da Selic de 0,75 ponto percentual (elevação de 6,98%) de 10,75% ao ano em dezembro/2010 para 11,50% ao ano em outubro/2011.

Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 4,65 pontos percentuais (redução de 3,88%) de 119,97% ao ano em dezembro/2010 para 115,32% ao ano em outubro/2011.

Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma elevação de 1,63 pontos percentuais (elevação de 2,89%) de 56,45% ao ano em dezembro/2010 para 58,08% ao ano em outubro/2011.

Fonte Jornal do Brasil

BC anuncia estímulo para crédito consignado

O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira um afrouxamento de parte das medidas macroprudenciais anunciadas em dezembro do ano passado, em um esforço para aumentar a liquidez da economia e estimular o consumo em meio a uma forte deterioração do cenário econômico externo. O BC elevou a liquidez de curto prazo para as operações de empréstimo a pessoas físicas, por meio de medida que ajusta os requisitos para cálculo do Patrimônio de Referência Exigido (PRE).

A medida de agora tira parte das amarras das operações de crédito, como consignado e crédito pessoal, de até 60 meses. Naquelas com prazos acima disso, o BC está elevando as exigências.

Segundo nota do BC, as operações de crédito consignado com prazos até 60 meses receberão fator de ponderação de risco (FPR) de 75% ou 100% - o que na prática significa que as instituições terão de ter menos capital do que é exigido hoje para fazer frente a esses empréstimos.

As operações de crédito consignado com prazo superior a 60 meses, por outro lado, receberão fator de ponderação de risco de 300%.

A medida de dezembro ampliava o FPR de 100% para 150% na maioria das operações de crédito a pessoa física com prazos superiores a 24 meses. No caso do consignado, a regra se aplicava a prazos acima de 36 meses.

O governo estava avaliando retirar pelo menos parte das medidas macroprudenciais para evitar falta de liquidez nos mercados por conta da crise internacional.

FONTE: Terra Economia
TAGS: Empréstimo Consignado

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Agora somos correspondentes certificados ANEPS!

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A empresa têm seu registro de número 1702931580060.
Para se certificar o correspondente deve passar na prova que contêm os seguintes assuntos:

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Endividamento das famílias recua pela quinta vez seguida em outubro

SÃO PAULO – O percentual de famílias endividadas recuou pela quinta vez seguida. Neste mês, o índice ficou levemente abaixo do observado no mês anterior, de acordo com dados da Peic Nacional (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) nesta terça-feira (25).
Em outubro, a parcela de famílias brasileiras endividadas ficou em 61,2% - em setembro, o percentual era de 61,6%. Sobre outubro do ano passado, no entanto, houve alta, já que no período essa parcela era de 58,6%.
Também caiu o percentual de famílias que têm dívidas e contas em atraso, de 24,3% em setembro para 21,3% neste mês. Em contrapartida, ainda na comparação mensal, o número daqueles que declararam não ter condições de pagar as dívidas registrou leve alta, passando de 8% para 8,2%.
Nível de endividamento
De acordo com a pesquisa, a parcela de famílias que afirmaram estar muito endividadas recuou para 15,9%, ante 16,3% de setembro.
O número daquelas que se dizem pouco endividadas também registrou queda, ao passar de 23,8% para 21,6%. Os mais ou menos endividados representam 23,7% das famílias neste mês, contra 21,5% no mês passado.
Renda comprometida
De acordo com o levantamento, a parcela da renda comprometida com dívidas recuou na comparação anual, respondendo por 29,3%. O tempo médio de atraso de quem possui contas ou dívidas pendentes ficou em 62,2 dias em outubro.
Já o tempo médio de comprometimento com as dívidas ficou em 6,8 meses, sendo que 25,9% das famílias endividadas estão comprometidas com dívidas por até três meses e 27,4% por mais de um ano.

FONTE: MSN Dinheiro

Previdência concede 276 mil aposentadorias por tempo de contribuição em 2010

SÃO PAULO – Em 2010, a Previdência Social concedeu 276 mil aposentadorias por tempo de contribuição, divididas em 183 mil para os homens e 93 mil para as mulheres. A idade média foi de 53 anos, sendo 54 anos para eles e 51 para elas.
As informações fazem parte do Informe de Previdência Social de outubro de 2011, divulgado nesta terça-feira (25) pelo ministério da Previdência Social. O estudo mostra a situação das aposentadorias por tempo de contribuição, concluindo que existe a necessidade de ajustes para que seja garantida a sustentabilidade da Previdência.
Fator previdenciário
Segundo o estudo, que é assinado pelo diretor do Departamento do Regime Geral de Previdência Social, Rogério Nagamine Constanzi, como o único requisito para a concessão desse benefício é o tempo de contribuição, isso permite que as aposentadorias sejam pagas para pessoas com idades relativamente baixas. Os homens precisam contribuir por 35 anos e as mulheres, por 30 anos.
Com as idades médias de pagamento, para homens e mulheres, “pode-se esperar pagamentos desses benefícios, dada a atual expectativa de sobrevida, por um período de, respectivamente, 23,8 e 30,2 anos”, diz Constanzi.
Uma das consequências dessa aposentadoria precoce é que as pessoas continuam trabalhando após receberem o benefício. “O fator previdenciário, que deveria servir de incentivo para postergar a aposentadoria, na prática, tem sido mais eficaz apenas para reduzir o valor dos benefícios previdenciários. A explicação para tal fato é que a legislação brasileira permite que as pessoas aposentadas continuem trabalhando, à exceção dos benefícios por incapacidade”, afirma Constanzi.
Para o diretor, o fator previdenciário está descaracterizando a Previdência como mecanismo de substituição de renda e fazendo com que a aposentadoria se torne algo que complementa a renda das pessoas.

Fonte: MSN Dinheiro

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