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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Taxa de juros do consignado recua entre abril e maio deste ano, revela BC


A taxa de juros cobrada pelos bancos nos empréstimos consignados mostrou redução entre abril e maio deste ano, ao passar de 1,94% no quarto mês do ano para 1,86% em maio deste ano.
Segundo a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada pelo Banco Central nesta terça-feira (26), em maio deste ano, o volume total de crédito consignado alcançou R$ 172,337 bilhões, o que representa um avanço de 17,6% frente a maio de 2011 e de 2,2% frente ao mês anterior.
Quanto à participação do consignado no total de crédito pessoal, ela ficou em 58,7% em maio deste ano, praticamente a mesma observada em abril deste ano.
Taxas mais atrativasOs empréstimos consignados são aqueles cujas parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento dos tomadores. Por isso, o risco de inadimplência é menor, o que permite a cobrança de juros mais baixos em relação às demais taxas praticadas no mercado nas linhas de crédito pessoal tradicionais.
Essa afirmação fica evidente, ao analisarmos os dados da tabela abaixo, onde está a comparação da taxa de juros mensal cobrada nas operações de crédito consignado com as outras operações de crédito pessoal: 
Taxa de juros
(% ao mês)
Maio / 2011Abril / 12Maio / 12
Consignado2,081,941,86
Crédito pessoal (outros)3,423,132,93

Consignado se destaca na hora de troca do crédito bancário, mostra BC


Volume do crédito consignado sobe 30% em maio, a maior expansão de PF. Juro desta linha de crédito é um dos menores do mercado brasileiro.


As novas concessões do crédito consignado, ou seja, da linha de financiamento com desconto na folha de pagamentos, cresceram 30,8% em maio deste ano, informou nesta terça-feira (26) o Banco Central.
No mês passado, o volume total deste crédito somou R$ 172 bilhões. Em doze meses até maio, o crescimento do crédito foi maior ainda: 44,2%.
Os dados do Banco Centram mostram que os clientes bancários estão trocando linhas mais caras por outras com juros menores, uma vez que o crédito consignado é uma das linhas mais baratas no Brasil para as pessoas físicas.
Os juros médios destas operações somam 24,7% ao ano, contra 41,4% da linha de "crédito pessoal" e 169,5% ao ano no caso do cheque especial. O valor dos juros do crédito com desconto em folha só não ficou menor do que a linha para compra de veículos por pessoas físicas (23,4% ao ano em maio).
Maior expansão
Segundo o BC, a expansão do crédito com desconto em folha, no mês de maio, foi a maior de todas as operações bancárias com pessoas físicas. As concessões do cheque especial subiram 2,7% no mês passado, enquanto que as do crédito pessoal avançarou 15,3% e as concesssões do financiamento imobiliário cresceram 24,6%. O crédito para aquisição de veículos, por sua vez, subiu 13% em maio.
Fonte: Globo.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Policiais e bombeiros do Rio terão aumento

Policiais civis, militares, bombeiros e inspetores de administração penitenciária do Estado do Rio terão um reajuste salarial de 38,81% entre 2012 e 2013. O reajuste é, na verdade, a antecipação dos aumentos que o estado concederia mês a mês para essas categorias. O governador Sérgio Cabral informou, nesta sexta-feira, que um projeto de lei mudando os salários será enviada à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em 1º de fevereiro, quando os deputados retornam ao trabalho. Serão beneficiadas 119.673 pessoas, entre servidores ativos, inativos e pensionistas. O anúncio do reajuste acontece dois dias antes da passeata que está sendo organizada por policiais e bombeiros na Praia de Copacabana. As categorias aprovaram um indicativo de greve a partir de 10 de fevereiro se o governo não abrisse as negociações.

Pelo projeto que será enviado à Alerj, bombeiros, policiais e inspetores terão, no salário relativo a fevereiro, que será depositado em março, um aumento de 10,15%. O percentual equivale aos aumentos que, inicialmente, seriam repassados entre fevereiro e dezembro deste ano.

FONTE: EXTRA

Muda desconto previdenciário

Servidores federais devem ficar atentos e observar o contracheque do próximo mês.

Rio - Servidores federais devem ficar atentos e observar o contracheque do próximo mês, para verificar se o governo está cumprindo as regras previstas na Medida Provisória 556/11, que foi publicada em 26 de dezembro de 2011. O texto determina que não devem mais ser feitos descontos previdenciários sobre verbas como férias, adicional noturno, assistência à saúde suplementar, entre outros.

De acordo com a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), servidores costumam procurar a Justiça para reclamar que o desconto sobre esses itens era ilegal. Após sucessivos entendimentos favoráveis em ações, o governo decidiu formalizar a questão na medida provisória.

A confederação destaca ainda que os servidores que decidirem reaver os valores descontados indevidamente terão que acionar a Justiça Federal. Outra possibilidade é ingressar com ações coletivas para resgatar os valores descontados desde junho de 2004, quando foi publicada a Lei 10.887. A entidade também orienta que qualquer tipo de novo desconto indevido deve ser repassado às assessorias jurídicas de sua base, para que seja feita uma avaliação técnica para verificar como recorrer de forma correta à Justiça.

Outra dica para quem deseja ingressar com ação é reunir todos os contracheques do período em que o governo federal efetuou os descontos previdenciários sobre as verbas descritas. O servidor terá que comprovar as possíveis irregularidades.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fim da exclusividade do empréstimo consignado

Conforme determinação da Justiça, o Banco do Brasil está obrigado a suspender a assinatura de novos contratos de exclusividade. O Tribunal Regional Federal (TRF) da Primeira Região negou liminar da instituição que tentava revogar a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Também terá que suspender os contratos em vigor e informar que os servidores poderão fazer a portabilidade dos contratos para outras instituições financeiras.

No início do mês, o conselho já havia negado recurso ao banco e determinou que todas as medidas anunciadas em agosto envolvendo práticas anticompetitivas da instituição deveriam ser aplicadas. A decisão entrou em vigor após publicação no Diário Oficial da União (DOU). O órgão exigiu uma medida cautelar pedindo a suspensão de contratos assinados desde 2006.

O Banco do Brasil deverá publicar a decisão em dois jornais de circulação nacional. Caso não cumpra todas as determinações acima, terá que pagar multa diária de R$ 1 milhão. A decisão do Cade, dessa forma, beneficia a liberdade de escolha do consumidor, além de estimular a concorrência entre as instituições financeiras que oferecem operações de crédito consignado.

O Banco do Brasil informou que continuará a tomar medidas judiciais cabíveis para defender seus direitos.

Entramos em contato com a Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Federal, que disse não haver recebido esta determinação, e portanto não sabem informar quais os procedimentos a serem seguidos pelos servidores públicos para obter empréstimos em outras instituições.

Fonte: MIDA MAX

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Taxas de juros continuam em queda

A Pesquisa de Juros da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças Administração e Contabilidade) apurou que as taxas das operações de crédito voltaram a ser reduzidas em outubro. É a terceira redução consecutiva e podem ser atribuídas a quatro fatores, segundo o coordenador do estudo e vice presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.

“O bom momento que passa a economia brasileira, mesmo com a pequena redução da atividade econômica; a maior oferta de crédito, mesmo considerando uma redução no ritmo dos empréstimos, que cresceu 2,3% de agosto/2011 para setembro/2011, 15,7% no ano e 21,9% em doze meses e atinge hoje 48,4% do PIB, sendo este o maior volume já atingido no crédito; a maior competição no sistema financeiro; e à queda da taxa básica de juros Selic promovida pelo Banco Central em 19/10/2011”.

Miguel de Oliveira destaca que esta redução das taxas de juros ocorreu mesmo após todas as medidas restritivas implementadas pelo Banco Central para reduzir a demanda interna e combater a inflação tais como, elevação dos depósitos compulsórios em dezembro/2010, majoração do requerimento de capital para operação de crédito a pessoas físicas com prazos superiores a 24 meses (fator de ponderação de risco); aumento de exigência de capital maior das instituições financeiras nas operações de crédito consignado feitas através do cartão de crédito com prazos superiores a 36 meses, elevação da taxa básica de juros Selic em janeiro/2011, março/2011, abril/2011, junho/2011 e julho/2011 (1,75 ponto percentual no total), elevações das alíquotas de IOF para captações externas, operações de crédito de 1,5% ao ano para 3,00% ao ano e para compras com cartão de crédito no exterior, além da elevação do percentual mínimo de liquidação da fatura do cartão de crédito definida em 15% da fatura mensal.



Pessoa Física

Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma se manteve estável (cartão de crédito rotativo) e as demais foram reduzidas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,09 ponto percentual no mês (2,19 pontos percentuais no ano) correspondente a uma redução de 1,35% no mês (1,86% em doze meses) passando a mesma de 6,69% ao mês (117,51% ao ano) em setembro/2011 para 6,60% ao mês (115,32% ao ano) em outubro/2011 sendo esta a menor taxa de juros da série histórica.



Pessoa Jurídica

Das três linhas de crédito pesquisadas todas foram reduzidas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 0,08 ponto percentual no mês (1,47 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma redução de 2,02% no mês (2,47% em doze meses) passando a mesma de 3,97% ao mês (59,55% ao ano) em setembro/2011 para 3,89% ao mês (58,08% ao ano) em outubro/2011 sendo esta a menor taxa de juros média desde fevereiro/2011.



Taxa de juros x Selic

Considerando todas as elevações e reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde dezembro/2010, tivemos neste período (dezembro/2010 a outubro/2011) uma elevação da Selic de 0,75 ponto percentual (elevação de 6,98%) de 10,75% ao ano em dezembro/2010 para 11,50% ao ano em outubro/2011.

Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 4,65 pontos percentuais (redução de 3,88%) de 119,97% ao ano em dezembro/2010 para 115,32% ao ano em outubro/2011.

Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma elevação de 1,63 pontos percentuais (elevação de 2,89%) de 56,45% ao ano em dezembro/2010 para 58,08% ao ano em outubro/2011.

Fonte Jornal do Brasil

BC anuncia estímulo para crédito consignado

O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira um afrouxamento de parte das medidas macroprudenciais anunciadas em dezembro do ano passado, em um esforço para aumentar a liquidez da economia e estimular o consumo em meio a uma forte deterioração do cenário econômico externo. O BC elevou a liquidez de curto prazo para as operações de empréstimo a pessoas físicas, por meio de medida que ajusta os requisitos para cálculo do Patrimônio de Referência Exigido (PRE).

A medida de agora tira parte das amarras das operações de crédito, como consignado e crédito pessoal, de até 60 meses. Naquelas com prazos acima disso, o BC está elevando as exigências.

Segundo nota do BC, as operações de crédito consignado com prazos até 60 meses receberão fator de ponderação de risco (FPR) de 75% ou 100% - o que na prática significa que as instituições terão de ter menos capital do que é exigido hoje para fazer frente a esses empréstimos.

As operações de crédito consignado com prazo superior a 60 meses, por outro lado, receberão fator de ponderação de risco de 300%.

A medida de dezembro ampliava o FPR de 100% para 150% na maioria das operações de crédito a pessoa física com prazos superiores a 24 meses. No caso do consignado, a regra se aplicava a prazos acima de 36 meses.

O governo estava avaliando retirar pelo menos parte das medidas macroprudenciais para evitar falta de liquidez nos mercados por conta da crise internacional.

FONTE: Terra Economia
TAGS: Empréstimo Consignado

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Orçamento prevê salário mínimo de R$ 619,21 - 2012

A proposta de orçamento federal de 2012 prevê um salário mínimo de R$ 619,21, informou nesta quarta-feira (31) a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, após entregar o documento para o presidente do Senado Federal, José Sarney.

Com isso, o valor subiria dos atuais R$ 545 para R$ 619,21 a partir de janeiro de 2012, com pagamento em fevereiro. O salário mínimo serve de referência para o salário de 47 milhões de trabalhadores no país. O percentual de correção, pela proposta do governo, será de 13,61%.

No projeto de Lei de Diretrizes Orçametárias, enviada ao Congresso Nacional em abril deste ano, o governo propunha uma correção menor do salário mínimo no ano que vem, para R$ 616,34.

De acordo com números do governo federal, que estão na LDO sancionada recentemente pela presidente Dilma Rousseff, o aumento de R$ 1 no salário mínimo equivale a uma elevação de gastos da ordem de R$ 306 milhões. Deste modo, um aumento de R$ 74,21, conforme a proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional, representa uma despesa extra de R$ 22,7 bilhões para o governo. Entretanto, nesta quarta-feira o governo informou que a cada R$ 1, o aumento de despesas seria de R$ 289 millhões, com impacto total de R$ 21,5 bilhões.

A proposta de correção do salário mínimo em 2012 foi feita com base em fórmula já acordada com os sindicatos. O reajuste contempla a variação do PIB de 2010, que foi de 7,49%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em doze meses.

Nada impede, porém, que, como o ocorrido em anos anteriores, este valor proposto pelo governo para o salário mínimo seja elevado nas negociações com os sindicatos, ou pela presidente Dilma Rousseff. Nos últimos anos, o governo optou por arredondar o valor para cima. Caso a presidente da República opte por dar um valor "redondo", para facilitar o saque, o valor do salário mínimo pode ficar em R$ 620.

FONTE: G1 Economia
TAG: Aumento Salarial, Aumento salaria Aposentados, Aumento salarial INSS, Empréstimo consignado, Consignado INSS.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Servidor Federal - Aumento será em julho de 2012

Rio - Servidores do Executivo Federal terão reajuste salarial a partir de julho de 2012. Serão contemplados 420 mil servidores de 12 carreiras. Os índices variam de 2,3% a 31%.

Os primeiros acordos assinados entre o Ministério do Planejamento e a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) contemplaram os servidores do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formalização dos acordos dos servidores da classe média (PGPE) e da Carreira Previdência, Saúde e Trabalho estava prevista para ser assinada no início da madrugada de hoje.

Até o momento, o governo não cedeu aos pedidos dos sindicatos e assinou o que havia proposta anteriormente.

A Ministra do Planejamento, Mirian Belchior, vai apresentar hoje à tarde os números do Projeto da Lei Orçamentária Anual para 2012 e os dados do Projeto de Lei do Plano Plurianual para o período de 2012-2015. O secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, deve apresentar todos os acordos firmados.

FONTE: O Dia

TAG: Servidor Federal, Aumento salário federal, Consignado Federal, Empréstimo Consignado

Previdência complementar - Servidor Federal

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público concluiu nesta quarta-feira a votação do Projeto de Lei 1992/07 que institui o regime de previdência complementar dos servidores públicos federais. A proposta havia sido aprovada no último dia 24, mas faltava votar 12 destaques que pretendiam alterar o texto.

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Proposta foi discutida em bate-papo da Agência Câmara; confira.
Mudança
Pela proposta, o novo regime de previdência valerá para todos os funcionários que entrarem no serviço público federal depois da sanção da futura lei. A norma vai limitar o valor dos benefícios dos servidores ao teto pago pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que hoje é de R$ 3.689,66. Para conseguir qualquer quantia acima desse montante, o funcionário deverá aderir à Fundação da Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).

Se a proposta for aprovada pelo Congresso, a Funpresp vai ser o maior fundo de pensão do País. Hoje, esse posto é ocupado pelo Previ, dos funcionários do Banco do Brasil.

O novo regime abrange todos os servidores públicos federais, titulares de cargo efetivo da União, suas autarquias e fundações, inclusive para os membros do Poder Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União (TCU).

A adesão dos atuais servidores ao fundo é opcional. Quem optar pelo novo regime vai receber dois benefícios comlementares quando se aposentar: um da Funpresp, decorrente das contribuições feitas a partir da adesão, e outro do órgão e empregador.

Fonte: Agência Câmara de Notícias
TAG: Servidor Federal, Consignado Federal, Empréstimo Consignado

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Aumento para professor estadual será sancionado RJ

O governador Sérgio Cabral vai sancionar, na próxima segunda-feira, as leis que reajustam os salários de cerca de 165 mil servidores da Secretaria estadual de Educação, para que a publicação no Diário Oficial aconteça no dia seguinte. Segundo o Palácio Guanabara, a demora na sanção ocorreu devido a um erro na tabela salarial publicada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O projeto de lei foi aprovado pelos deputados no dia 11 deste mês.

A Secretaria estadual de Planejamento informou que não haverá atraso no pagamento dos novos salários, já que os reajustes estão programados para o vencimento de setembro, a ser pago no início de outubro.

O reajuste dos professores será de 5%. Eles também vão receber a parcela da incorporação da gratificação do programa Nova Escola relativa a 2012. A proposta inicial do governo do estado era de um aumento de 3,5%, mas o percentual foi elevado por meio de um acordo e com a pressão do Magistério. Também ficou acertado que a incorporação do Nova Escola será concluída em 2013 e que os dias de greve da categoria não serão descontados.

Para os servidores administrativos, foram concedidos aumentos de até 116,04%, além da incorporação de todas as parcelas da gratificação do Nova Escola.

FONTE: Jornal Extra

Previdência do funcionário público pode sair do papel

Demorou, mas finalmente o governo decidiu levar adiante a regulamentação da previdência complementar do funcionalismo público, prevista em emenda constitucional de 2003. O projeto de lei 1.992, de 2007, que cria o fundo único de previdência complementar do servidor público, foi aprovado na semana passada pela Comissão do Trabalho da Câmara dos Deputados, mesmo diante da forte oposição de parlamentares do PT, do PC do B e do PDT, todos da base aliada do governo.

O projeto de lei segue agora para as comissões de Seguridade Social, Finanças e Tributação e, por fim, para a de Constituição e Justiça da Câmara, onde o governo espera vê-lo aprovado ainda em setembro em caráter terminativo. No Senado, a previsão é de que o projeto de lei cumpra toda sua tramitação até o fim do ano.

Embora não estejam ainda muito claras as razões repentinas da Presidência da República para dar celeridade a um projeto que demorou quatro anos para ser enviado ao Congresso e outros quatro para começar a ser apreciado, há pelo menos dois bons motivos: dar tratamento equânime aos trabalhadores sejam eles do setor privado ou do setor público e, não menos importante, reforçar a poupança financeira do país.

Uma outra motivação decorre do fato de que, até o início de 2015, cerca de 239 mil servidores públicos federais terão condições de pedir aposentadoria. Desses, estima-se no governo que pelo menos metade certamente se aposentará. Se os que vierem a substituir esse contingente de funcionários ingressarem no setor público pelas regras atuais de aposentadoria, a avaliação dos técnicos oficiais é de que o governo terá adiado por uma geração a solução para o desequilíbrio do regime previdenciário próprio dos servidores.

Quem ingressar no serviço público federal a partir da criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) deixará de ter aposentadoria integral ou mesmo como uma proporção do salários. A aposentadoria será limitada ao teto do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) - atualmente no valor de R$ 3,6 mil - tal como vigora para os trabalhadores do setor privado no Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Para receber além do teto do INSS, o servidor deverá aplicar parte de sua remuneração no Funpresp. O fundo vai receber aportes do Tesouro até o limite de 7,5% do total aplicado pelo funcionário.

Se aprovado, o projeto de lei corrigirá uma enorme distorção da seguridade social do país. Em 2010 o déficit previdenciário produzido por 949,9 mil aposentados e pensionistas da União foi de R$ 51,2 bilhões, enquanto o déficit causado por 24,3 milhões de aposentados pelo RGPS foi bem menor, R$ 42,9 bilhões. Para este ano as projeções oficiais indicam que os servidores públicos serão responsáveis por um déficit de R$ 58 bilhões e os trabalhadores do setor privado (urbanos e rurais), por R$ 39 bilhões.

Na semana anterior a tentativa de votação do projeto de lei foi barrada pela articulação de dois parlamentares da base aliada - Roberto Policarpo (PT-DF) e Manuela D"Ávila (PC do B-RS), sob o pretexto de que estariam defendendo os trabalhadores.

"O governo que eu defendo e que meu partido apoia não pode ser contra os trabalhadores", disse D"Ávila, vice-líder do governo no Congresso, naquela sessão, que foi aplaudida pelos sindicalistas presentes. A manifestação da parlamentar é até compreensível, pois ela é pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre nas eleições municipais de 2012. Apenas isso justifica que a deputada abrace uma causa tão injusta com os empregados da iniciativa privada, como se houvesse trabalhadores de primeira e de segunda classe.

O empenho do Palácio do Planalto em desengavetar o projeto de lei pode ser a primeira iniciativa para mudanças maiores na previdência social. Como disse um ministro de Estado, é preciso primeiro arrumar a própria casa antes de propor reformas mais gerais.
No Ministério da Previdência Social, prosseguem os estudos para a formulação de uma proposta que venha a substituir o fator previdenciário, criado no governo de FHC para desestimular a aposentadoria precoce. Mesmo com o fator, porém, os homens estão se aposentando, em média, aos 54 anos e as mulheres, aos 51,5 anos.
 
FONTE: Valo Econômico

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Campanha junto ao congresso p/ aprovação de fundo para servidores

O governo vai continuar a campanha junto ao Congresso pela aprovação do Projeto de Lei 1.992/07, que cria o fundo único de previdência complementar para o servidor público. Esta é a avaliação, feita em forma de apelo, do ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves. Para ele, a aprovação do Funpresp, o fundo único, ontem, na Comissão de Trabalho da Câmara, foi o "início do fim" de um debate que o governo deveria ter feito há muito tempo. "O projeto estava tramitando naquela comissão desde setembro de 2007", afirmou o ministro, "mas apenas recentemente o governo voltou a lutar por ele".

Garibaldi participou ativamente da força-tarefa que o governo montou esta semana para aprovar o PL 1.992/07 na Comissão de Trabalho da Câmara. Na segunda-feira, destacou técnicos da Secretaria de Previdência Complementar de seu ministério para uma reunião entre parlamentares e sindicalistas contrários ao projeto e integrantes de cinco ministérios. Na terça-feira, almoçou em seu gabinete com 13 deputados que pertencem a Comissão de Trabalho.

"O governo tem de vencer essa batalha da comunicação, senão eles [os críticos] vão continuar dizendo que estamos atuando contra futuras gerações, o que não é verdade", disse.

Atualmente, os 953 mil servidores federais aposentados e pensionistas geram um déficit quase R$ 18 bilhões maior que os 28,1 milhões de aposentados pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), onde estão aqueles que se aposentam pela iniciativa privada. Enquanto a Previdência estima que o RGPS terminará o ano com um déficit entre R$ 39 bilhões e R$ 40 bilhões, o déficit dos servidores públicos federais deve atingir R$ 58 bilhões. Os 1,1 milhão de servidores federais atualmente na ativa também terão direito às mesmas regras que balizam os benefícios previdenciários pagos aos 953 mil aposentados.

Já aqueles que ingressarem no serviço público federal após a criação do Funpresp terão seus benefícios limitados pelo teto do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), tal qual ocorre com aqueles que se aposentam pelo RGPS. Hoje, o teto do INSS é de R$ 3,6 mil. Para receber além deste limite, o servidor terá de aplicar parte de sua remuneração no Funpresp, que atuará como um fundo de previdência complementar oferecido pelo mercado.

O governo trabalha para que o PL 1.992/07, que terá 12 destaques votados na quarta-feira na Comissão de Trabalho, chegue ao Senado entre o fim de setembro e o início de outubro. A expectativa da presidente Dilma Rousseff é que o Funpresp seja criado até o fim deste ano, segundo auxiliares próximos.

Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

INSS vai pagar ‘revisão do teto’ - RJ

O Estado do Rio tem 18.741 segurados do INSS com direito à chamada “revisão do teto”, que deverão receber, em média, R$ 184 de reajuste. Os fluminenses estão incluídos no grupo de 107 mil beneficiados que terão a correção no próximo pagamento, que começa a ser liberado no dia 1º de setembro. Na última quinta-feira, na assinatura da homologação do acordo que pôs fim à ação civil pública sobre o caso, o instituto teria informado que, além dos benefícios prestes a serem corrigidos, mais 11.600 estão sob análise, podendo também ter aumentos. Os dados foram repassados por entidades que têm negociado com o INSS.

A lista apresentada ontem pelo instituto é uma versão reduzida da primeira, que informava o direito de 117 mil segurados à revisão e de 131 mil ao pagamento de retroativos — esse último número também foi revisto para 127 mil. Segundo um dos autores da ação, o procurador da República Jefferson Dias, o INSS informou que isso não quer dizer que mais segurados não possam ter o reajuste:

— Ficou decidido que o INSS analisará os casos daqueles que acreditam ter direito ao reajuste, mas não foram incluídos na lista. O governo se comprometeu a resolver esse problema administrativamente.

O instituto também mandará cartas a todos os segurados, avisando os valores retroativos e as datas em que serão liberados, além do novo valor do benefício após o reajuste.



Como questionar
Os segurados que acreditam ter direito ao reajuste, mas não o receberem a partir de 1º de setembro, poderão informar sua situação ao Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, por meio do e-mail prdc@prsp.mpf.gov.br. As queixas também poderão ser enviadas ao Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, cuja sede estadual fica na Rua Coronel Gomes Machado 122, no Centro de Niterói (telefone (21) 2620-0161). O INSS informou que também vai aceitar pedidos em suas agências.

Quem tem direito
A revisão vale para os benefícios concedidos entre 5 de abril de 1991 e 1º de janeiro de 2004 e que tenham sido limitados ao teto na data do primeiro reajuste. A partir da próxima semana, será possível consultar os contracheques por meio do site www.inss.gov.br.

Fonte: Jornal Extra

Audiência discutirá reajuste de servidores

A Comissão de Legislação Participativa realizará audiência pública nesta quarta-feira (24) para discutir perspectivas de acordo sobre reajuste salarial para os servidores públicos federais e abertura de novos concursos públicos.

O debate foi solicitado pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) e apoiado pelo relator da sugestão, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE).

Impacto nas despesas
Paulo Rubem Santiago vai apresentar dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que mostram folga financeira do governo suficiente para garantir o reajuste. Segundo o deputado, a equipe econômica precisa mudar a estratégia de reduzir os gastos públicos apenas com o corte de despesas com pessoal. Costa disse que a realização de concursos públicos é necessária para suprir a defasagem de servidores e para substituir terceirizados. Ele afirmou que, durante o Governo Lula, cerca de 200 mil vagas foram preenchidas nos três Poderes por meio de concurso público, mas a defasagem é de quase 700 mil.

Foram convidados para o debate:
- um representante do Ministério da Fazenda;
- um representante do Ministério do Planejamento;
- o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Vital do Rêgo;
- o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique;
- o secretário-geral da Condsef, Josemilton da Costa.

A reunião será realizada quarta feira às 14h30 , no Plenário 3.

FONTE: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Servidores Federais devem receber aumento

O Ministério do Planejamento deve apresentar, nesta sexta-feira, uma proposta de reajuste salarial para cerca de 500 mil servidores federais de 13 categorias. O projeto era aguardado para esta quinta-feira pelos sindicatos, mas, até o início da noite, nada havia sido entregue. Segundo o governo, já haveria um acordo verbal com os sindicatos, mas a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) negou.

O Planejamento tem pressa para fechar a proposta, já que pretende finalizar, nesta sexta-feira, o Anexo 5 do Orçamento da União de 2012, que trata das despesas com pessoal. O Orçamento tem que ser enviado ao Congresso Nacional até o próximo dia 31.

Durante as negociações, foi pedida a extensão para outros servidores da Lei 12.277/2010, que criou remunerações especiais para engenheiros, estatísticos, economistas, geólogos e arquitetos. Eles tiveram um aumento de 78% quando aceitaram mudar para um novo plano de cargos. A Condsef quer o pagamento desse índice no vencimento básico para todos os servidores que fazem parte dos mesmos planos de carreira dos cargos contemplados pela lei, mas o governo acenou com a proposta de incluir parte desse índice na gratificação de desempenho, para gastar menos.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Aposentados procuram mais crédito consignado

Aposentados do INSS que precisam de dinheiro emprestado estão apostando mais no empréstimo consignado e deixando de lado as operações com cartão de crédito.

No primeiro semestre deste ano as operações só com o empréstimo pessoal tiveram alta de 6,14% na comparação com o mesmo período de 2010, passando de 5,55 milhões para 5,89 milhões.Em valores, o aumento alcançou 9%.

O uso do cartão para tomar crédito caiu quase 60%, passando de 89.384 operações para 36.419. A tendência é de queda maior, já que o Banco Central decidiu equiparar essas operações aos demais empréstimos com desconto em folha para reduzi-las.

FONTE: Zero Hora